domingo, 1 de agosto de 2010

Temos todo o tempo do mundo!

Minha vida sempre me pareceu rodar em câmera lenta, e a pressa, me consumia. Agora o que me consome não é só a pressa mas também o medo diante dos ponteiros do relógio que parecem se mover tão rápido que a qualquer momento vão me atropelar. É uma sensação de tempo limitado e uma urgência absurda em recuperar o tempo perdido. Tentando sempre desesperadamente acreditar que tudo acontece quando realmente tem de acontecer e dura o quanto tiver que durar. E o que me conforta é ter certeza que um dia o tic-tac que agora me apavora e me angustia será somente mais uma das coisas que como tudo na vida vai passar e dar lugar para outras.

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